Quinta-feira, 13 de Setembro de 2012

Vozes se levantam – lamentalvelmente de quem se esperaria atitude (não em defesa mas em cooperação às Forças de Ordem e Segurança Públicas).

 

Digito da Polícia Nacional e doutros Departamentos de Proteção do Estado(ou seja cidadão). À laia  d’exemplo: é crível um Jornalista – um  dos garantidos na Informação previligiada – servir-se de porta-voz desse e/ou daquele:” a Polícia (BAC) me bateu…sacodeou-me

e ‘comprometeu-se’ a me matar ‘caso me encontre’! Essa afirmação obtive-a , minutos antes , dum jovem ativista do Mindelo (Jamil, de seu nome) ir acompanhado da  mãe se queixar (veja à TCV) da alegada pancadaria que terá eventualmente sofrido dum agente da Brigada Anti-Crime. Ora (opinião): Apreendi que o Jornalista que apenas ouve e/ou procura os dois lados já quase que obliquamente a passar informação opinitiva

; despida de critério como TOL: ou seja TODOS OS LADOS. Custa dinheiro – não para ser à ultima-da-hora-; é moroso mas é o essencial. É pena que esses mesmos Jornalistas tal como eu frequentaram e frequentam os mesmos cursos/formações promovidos/parceria pela Polícia Nacional.

P.s: O Jornalista que é confrontado coim a denúncia (televisa) dum eventual acto de excesso no uso da Força Pública deve apenas e tão só informar o “Elemento” dos seus direitos. Por que Redação é Jornalismo – nunca Tribunal e /ou Ministério Público. Nós aqui temos à beira de nós o 132 que serve tanto para queixosos quanto à Liberdade da República. Depois … 


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publicado por Elisângelo Ramos às 22:28
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